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Banco Mundial vai acertar nova parceria com Governo Angolano

Dois vice-presidentes do Grupo Banco Mundial (GBM) efectuam, a partir desta segunda-feira, visita de três dias ao país, com o objectivo de discutir o trabalho da instituição e a nova parceria para Angola.

Segundo uma nota que tivemos acesso, a visita deverá estar centrada em três áreas principais, designadamente Agenda de reformas e estratégias de diversificação económica; Alterações climáticas e adaptação e empoderamento das mulheres e das raparigas.

Trata-se de Hafez Ghanem, vice-presidente Regional para a África Oriental e Austral do Banco Mundial, e Sérgio Pi-menta, vice-presidente Regional da IFC para África.

O quadro sénior angolano e também antigo ministro das Finanças, Armando Manuel, acompanha a delegação na condição de o director Executivo do GBM para Angola.

Durante a visita conjunta, Hatez Ghanem e Sérgio Pimenta deverão reunir com entidades  do Governo, organizações da sociedade civil, parceiros de desenvolvimento e representantes do sector privado.

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Recentemente, um comunicado do Banco Mundial fez saber da aprovação de um apoio ao orçamento de Angola no valor de 700 milhões de dólares (mais de 400 mil milhões de kwanzas) para ajudar na recuperação da economia num contexto de crise agravada pela pandemia de Covid-19.

O Conselho de Administração do Banco Mundial aprovou uma Operação de Desenvolvimento de Políticas no valor de 700 milhões de dólares para continuar a apoiar o Governo de Angola na inclusão social e financeira e para fortalecer o ambiente institucional e macro-financeiro do país de forma a que conduza a um crescimento liderado pelo sector privado”, lê-se num comunicado citado pela Lusa no início do corrente ano.

A IFC – membro do Grupo Banco Mundial – é a maior instituição de desenvolvimento global focada no sector privado nos mercados emergentes. Trabalha em mais de 100 países, utilizando o capital, a experiência e a influência para criar mercados e oportunidades nos países em desenvolvimento.

Dados mais recentes adiantam que , no ano fiscal de 2021, a Corporação Financeira Internacional (IFC) comprometeu-se a disponibilizar um montante recorde de 31,5 mil milhões de dólares a em-presas privadas e instituições financeiras nos países em desenvolvimento. O objectivo é alavancar o poder do sector privado para acabar com a pobreza extrema e impulsionar a prosperidade partilhada à medida que as economias lutam contra os impactos causados pela pandemia da Covid-19.

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