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Cultura chora a morte de Fernando Quental

O ministro da Cultura, Turismo e Ambiente, Jomo Fortunato, mostrou-se profundamente consternado com o falecimento do cantor, compositor e guitarrista Fernando Quental, ocorrido no domingo, dia 21, em Lisboa, Portugal, vítima de doença.

“Nesta hora de dor e tristeza, em nome próprio e de todos os funcionários e colaboradores do Ministério da Cultura, Turismo e Ambiente, apresento à família enlutada os mais profundos sentimentos de pesar”, escreve Jomo Fortunato, em comunicado.

Para o secretário-geral da União Nacional dos Artistas e Compositores (UNAC), Zeca Moreno, a morte de Fernando Quental é uma perda irreparável para a cultura nacional, porém pede maior valorização do trabalho artístico do cantor e divulgação entre os artistas da nova geração.
Fernando Quental, acrescentou, foi um dos músicos que soube representar o país além-fronteiras, principalmente em Portugal, país onde residiu muitos anos.

O músico, mais conhecido nas lides musicais por Nando Quental, é o autor de temas que marcaram os anos 1990, como “Quando fui à Benguela”, “Kandengue” e “Som da banda”.
Natural do Cunene, Nando Quental começou a carreira musical na Huíla no agrupamento “Shallon”. Em 1976, partiu para Portugal e três anos mais parte fundou, em 1979, o grupo “Kizomba”, tendo passado por outros grupos, com destaque para o  “África Tentação” e “Kanawa”, este último com Eduardo Paim.

Fernando Quental participou ainda nos projectos “Sem Kigila” e “Pikante I e II”. Em 1999 gravou o primeiro álbum a solo, “Kassula Iami”, com Tino MC, Betinho Feijó e Maninho Teixeira.

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