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Governo promete pôr fim aos crimes violentos no país

O ministro de Estado e chefe da Casa de Segurança do Presidente de República, Francisco Pereira Furtado, garantiu na última sexta-feira, que vão ser retomadas medidas para se pôr cobro ao aumento de crimes violentos no país.

Francisco Furtado, que reagia ao discurso do Presidente da República, proferido na Assembleia Nacional, durante a apresentação sobre o “estado da Nação”, manifestou preocupação com o aumento gradual de crimes violentos praticados na via pública ou com intrusão na residência das vítimas, situação agravada com a existência de um elevado número de armas de fogo fora do controlo das autoridades.

O ministro de Estado disse que não se pode continuar a permitir que a segurança pública seja posta em causa. “Vamos tomar fortes medidas para reverter essa situação”, garantiu.

Sobre o anúncio das medidas para a redução do preço da cesta básica, o ministro de Estado para a Coordenação Económica, Manuel Nunes Júnior, disse que o Chefe de Estado mostrou que o Executivo está preocupado com o aumento dos preços dos produtos de amplo consumo que afectam directamente as populações.

Este facto levou o Presidente a anunciar medidas para alterar esta situação, que agrava, não só o poder de compra, mas também o índice de pobreza no país”, sublinhou.

Manuel Nunes Júnior reagia ao anúncio, do Presidente da República, sobre a redução do IVA, que terá consequência directa na baixa dos preços dos principais produtos da cesta básica, depois de uma outra medida anterior, tomada, em Setembro, pela Comissão Económica do Conselho de Ministros, de isentar os referidos produtos de direitos aduaneiros.

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Este anúncio do Titular do Poder Executivo é bem-vindo, uma vez que seguirão um conjunto de outras medidas no sentido de reduzir significativamente o IVA, relativamente a um conjunto de produtos de amplo consumo, para atenuar a situação”, disse.

O ministro de Estado para a Coordenação Económica afirmou, igualmente, que as duas medidas servem para estabilizar e reduzir o actual nível de preços que se verifica em vários produtos, muito procurados pelas populações. “Esta medida vai ser imediatamente tornada realidade com a aprovação do OGE de 2022”, garantiu.

Apesar de não avançar o nível de redução, pelo facto de estar ainda a ser avaliada pelas estruturas técnicas, o ministro de Estado disse que será uma redução significativa  relativamente aos 14 por cento actuais do IVA.

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