Rádio Nova 102.5 FM

Rádio Online

OMS estima mais de 200 milhões de infeções nas próximas duas semanas New World Health Organization (WHO) Director General Ethiopia's Tedros Adhanom Ghebreyesus holds a press conference on the day after his election by the World Health Assembly (WHA) on May 24, 2017 in Geneva. The first African to head the World Health Organization, Ethiopia's Tedros Adhanom, says he aims to replicate his success in turning around his country's healthcare system on the global stage. / AFP PHOTO / Fabrice COFFRINI

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estimou hoje que o número de infeções com o novo coronavírus possa ultrapassar as 200 milhões no mundo todo, nas próximas duas semanas, e por isso alerta para a necessidade de uma “vigilância mais forte”, informação divulgada pelo diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

Falando em uma videoconferência de imprensa regular sobre a evolução da pandemia da covid-19, Tedros ressaltou que o número pode estar ainda assim subestimado e que os casos de infeção podem continuar a aumentar, em muito devido à variante Delta do coronavírus, mais contagiosa e em circulação em pelo menos 132 países.

MAIS: Angola atinge as mil mortes por Covid-19

O diretor-geral da OMS ainda alertou para a necessidade de haver uma “vigilância mais forte”, uma vez que o vírus que causa a covid-19 “está em constante evolução”.

Novas variantes vão surgir com a transmissão do vírus, e isso também acontece devido ao aumento do contacto social, ao uso inconstante de medidas de saúde pública e ao uso desigual de vacinas“, apontou.

O dirigente da OMS voltou, mais uma vez, a realçar a “injustiça na distribuição das vacinas” contra a covid-19 que está a afetar o continente africano, onde o número de mortes aumentou 40% nas últimas quatro semanas e onde apenas 5% da população está vacinada. As vacinas contra a covid-19 previnem a doença grave e morte.

A pandemia da covid-19 provocou pelo menos 4.202.179 mortos em todo o mundo, entre mais de 196,5 milhões de infetados, segundo o balanço mais recente da agência noticiosa AFP.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.