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Pfizer projecta Terceira Dose de sua Vacina contra a COVID-19

A Pfizer procura aprovação dos reguladores dos Estados Unidos da América para a terceira dose da vacina contra a covid-19, anunciou a empresa quinta-feira, ainda dizendo que outra inoculação em 12 meses poderia aumentar a imunidade a doença.

Em agosto, a Pfizer planeia pedir à ‘Food and Drug Administration’ (FDA) uma autorização de emergência para uma terceira dose“, disse o cientista daquela farmacêutica Mikael Dolsten, em declarações à agência noticiosa norte-americana AP.

De acordo com as primeiras impressões do estudo de reforço de vacinação da Pfizer, é demonstrado que os níveis de anticorpos das pessoas aumentam de cinco para 10 vezes mais após uma terceira dose, em comparação com a segunda.

Investigações em vários países mostram que as vacinas utilizadas contra a covid-19 oferecem forte proteção contra a variante Delta, que é altamente contagiosa e está a espalhar-se rapidamente em todo o mundo.

Por que [a terceira dose] é importante para combater a variante Delta?“, questionou de forma retórica, explicando que “quando os anticorpos cedem, a variante Delta pode eventualmente provocar uma leve infeção antes que o sistema imunológico se manifeste“.

À AP, um especialista em vacinação do Centro Médico da Universidade da Vanderbilt (Tennessee), William Schaffner, disse que a autorização da FDA seria apenas um primeiro passo e não significaria que os norte-americanos recebessem o reforço automaticamente.

As vacinas foram concebidas para nos manter fora dos hospitais. Administrar outra dose seria um grande esforço, pois, neste momento, estamos a esforçar-nos para dar às pessoas a primeira dose“, acrescentou.

Por outro lado, no território nacional nenhuma pessoa morreu de COVID-19 nas últimas 24 horas. Mas nesse período, as autoridades sanitárias diagnosticaram 102 casos positivos.

Deste número, 27 foram reportados no Cunene, 20 em Luanda, 16 na Lunda Norte, sete no Moxico, seis em Benguela, cinco no Huambo, quatro em Cabinda e no Namibe, três no Bié, na Huíla e Zaire, duas no Uíge, e um na Lunda Sul e em Malanje, segundo o boletim epidemiológico desta quinta-feira, 8 de Julho.

As infecções atingiram pessoas com idades entre os 11 meses e 70 anos, sendo 49 do sexo masculino e 53 do feminino.

Por outro lado, 53 pessoas com idades entre os quatro e 75 anos foram recuperadas, sendo 19 na província do Cunene, 10 em Luanda, oito no Huambo, sete no Uíge, seis no Namibe, duas no Bié e uma em Benguela.

Actualmente, Angola regista 39.593 casos positivos, entre os quais 34.100 pessoas já estão recuperadas, 925 morreram e 4.568 estão com a doença activa.

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