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Programas: Clinton Matias conta seu percurso no Conexão 18/35

Clinton Matias, de apenas 25 anos, e que foi distinguido como o jovem líder mais influente de África, segundo a ORG BERG, uma organização de carácter político-social que tem como objectivo principal acompanhar projectos governativos a nível mundial, foi o convidado de Benizes Real, no seu programa Conexões 18/35, da Rádio Nova.

Eleito durante uma cerimónia realizada no dia 26 de Maio findo, em Bruxelas, e galardoado e distinguido pela União Europeia (UE) como sendo o jovem líder com influência política em África, num universo de 345 concorrentes do continente, Clinton Matias teve uma conversa esporádica com a nossa jornalista, onde contou desde o seu passado introspectivo até ao seu actual momento.

Definindo-se como um “jovem dinâmico, e que actualmente trabalho com a política e a sociedade“, e que foi o motivo de ser distinguido como o jovem com a maior influência política do continente africano, Clinton explica que o seu “trabalho é desenvolvido nas comunidades, de modo a criar projectos sustentáveis nas mesmas, sendo que sou o Coordenador Não-Executivo Para Acção Política Governativos” da ORG BERG, organização sediada em Accra, capital do Gana, cuja a missão é criar projectos e levar aos líderes africanos a fim de transformarem em leis e poderem criar e implementar nos seus países, de modo a mitigar os problemas das sociedades.

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Há mais de 10 anos nessa caminhada, isto é, tentando fazer a diferença da sua sociedade, o jovem angolano diz que “a situação de África, e não somente Angola, me inquietava visto que nós tínhamos tudo para dar certo, mas não conseguíamos, isto é, tínhamos muitos problemas em desenvolver o nosso continente. Isso levou-me a me empenhar mais no activismo político para poder ajudar o desenvolvimento de África, porque entendo que é possível criar um continente dos nossos sonhos…” frisou Clinton Matias.

Questionado sobre o que levou a entrar nessa senda de activismo, fazer parte de organizações com objectivos de mudar para melhor a sociedade africana, Clinton diz ” a desigualdade social e a miséria que África sofre foram os principais motivos. Notamos isso, e vimos que se enveredamos esforços e energias conseguimos mudar essa maré…“.

Em modo de finalização, Clinton diz que nunca imaginou que ganharia esse tipo de distinção, nunca foi o objectivo, mas sim “fazer a mudança e ajudar o crescimento de África…“, e por isso apela a juventude angolana a não desistir dos seus sonhos apesar do actual momento difícil por que atravessa o país.

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