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Sudão: 3.500 pessoas de mais de 35 nacionalidades fugiram para a Etiópia CORRECTION / Smoke rises above buildings in Khartoum on April 15, 2023, amid reported clashes in the city. - The Sudanese army said on April 15 that paramilitaries attacked its bases in Khartoum and elsewhere, shortly after the paramilitary said their camps were attacked by the regular army. (Photo by AFP) / “The erroneous mention[s] appearing in the metadata of this photo by - has been modified in AFP systems in the following manner: [stringer] instead of [Ashraf Shazly]. Please immediately remove the erroneous mention[s] from all your online services and delete it (them) from your servers. If you have been authorized by AFP to distribute it (them) to third parties, please ensure that the same actions are carried out by them. Failure to promptly comply with these instructions will entail liability on your part for any continued or post notification usage. Therefore we thank you very much for all your attention and prompt action. We are sorry for the inconvenience this notification may cause and remain at your disposal for any further information you may require.”

Mais de 3.500 pessoas de mais de 35 nacionalidades que fugiram dos combates no Sudão procuraram refúgio na Etiópia desde 21 de abril, disse à AFP a Organização Internacional para as Migrações (OIM) da ONU.

A OIM disse que estava a reforçar a sua presença na cidade fronteiriça de Metema, na região de Amhara, no noroeste da Etiópia, numa estrada que liga o país à capital sudanesa, Cartum, uma vez que o número de chegadas do Sudão tem aumentado.

Mais de 40% das pessoas que encontraram refúgio na Etiópia são turcos e 14% são etíopes, disse hoje à agência AFP Eric Mazango, responsável pela comunicação da organização internacional na Etiópia.

“As chegadas aumentaram fortemente nos últimos cinco dias, de 200 registadas entre 21 e 22 de abril, para 350 no dia 23, mais de 1.500 no dia 24 e 1.300 no dia 25”, acrescentou.

Desde 15 de abril que se registam combates no Sudão entre o exército sudanês e os paramilitares, nomeadamente em Cartum. Já causaram mais de 500 mortos e uma grave escassez de água, alimentos, medicamentos e combustível.

“A OIM-Etiópia recebeu vários pedidos de embaixadas para ajudar a receber e a transportar cerca de 700 cidadãos de países terceiros que chegam ao lado etíope da fronteira sudanesa”, disse Mazango.

A OIM diz que começou a prestar assistência, nomeadamente para o transporte de Metema para Gondar e Adis Abeba, e para o alojamento em alguns dos seus centros de trânsito.

Há necessidades básicas de água, saneamento e higiene, bem como de alimentos, abrigo para as zonas de espera, assistência médica e transporte, segundo Mazango.

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