14 angolanos foram detidos no aeroporto internacional de Adis Abeba na Etiópia, por supostamente estarem envolvidos em narcotráfico.
Segundo avança o novo jornal, os 14 angolanos, sete homens e igual número de mulheres, na sua maioria provenientes do Brasil, utilizaram o Aeroporto Internacional de Bole, como mulas de droga, com o objectivo de fazer chegar o produto a Luanda.
O embaixador de Angola na Etiópia, Francisco da Cruz, disse, em declarações à Angop, que recentemente, uma mulher angolana foi julgada e condenada a uma pena de 12 anos naquele país.
Francisco da Cruz, que lembrou que Angola não tem acordo de extradição de reclusos com a República Federal Democrática da Etiópia, falou da necessidade de uma cooperação entre os dois Estados no tratamento desta questão, quer do ponto de vista preventivo, quer daqueles que já estão a contas com a justiça, defendendo uma “possível extradição de alguns deles para o cumprimento das suas penas em território nacional”.
O director executivo do Instituto Angolano de Sistemas Eleitorais e Democracia (IASED) e coordenador do Observatório Eleitoral Angolano (OBEA), Luís Jimbo, entende que deve se investir mais na prevenção para se evitar essas práticas.
Sobre este assunto também comentou o jurista Alberto Quechinacho.
Segundo avança a RNA, os catorze cidadãos angolanos foram condenados na República da Etiópia, com pena máxima de até 12 anos de prisão por tráfico de drogas.