O número um da Procuradoria-Geral da República (PGR), Hélder Pitta Gróz, apelou, quarta-feira(24), em Luanda, à população a aguardar pela publicação dos resultados eleitorais com tranquilidade e a voltar ao trabalho do dia-a-dia.
Hélder Pitta Gróz, que falava à imprensa depois de exercer na mesa número 3 o direito de voto, às 8h30, na escola 3.024, bairro Azul, revelou que o processo foi rápido e eficiente, em dois minutos estava despachado.
“Temos de nos habituar que este acto faz parte da nossa vida e que será sempre assim. Portanto, devemos convencer-nos que é um processo fácil e simples”, acrescentou, ressaltando a necessidade de as pessoas acabarem com o sentimento de insegurança sempre que se realizam eleições gerais no país.
A equipa de reportagem do Jornal de Angola constatou um ambiente de calma e serenidade na assembleia de voto da escola 3.024, onde as pessoas, com toda a tranquilidade, chegavam, consultavam o caderno eleitoral e por fim exerciam o seu direito ao voto.
Estava tudo muito bem organizado. Membros e presidente da assembleia de voto, assim como os delegados de lista, antes das 7h00, tinham toda a logística eleitoral em prontidão. Às 7h00, os eleitores começaram a votar.
Dentro dos marcos da lei, os efectivos da Polícia Nacional também acompanhavam a dinâmica do trabalho da Comissão Nacional Eleitoral (CNE), o órgão responsável pela preparação e realização das Eleições Gerais no país.
Teresa Lopes, 60 anos, votou na assembleia instalada na escola 3.024 e disse à reportagem do Jornal de Angola, que é com muita satisfação que exerceu o direito de cidadania, ao votar com toda a tranquilidade no Presidente da República, no Vice-Presidente e nos 220 deputados à Assembleia Nacional para um mandato de cinco anos.
A quem for confiado o direito de dirigir os destinos do país, Teresa Lopes espera que o faça com transparência, zelo e a pensar sempre no bem-estar da população.
Com a tinta indelével estampada no dedo direito, depois de votar, Marcos António, 35 anos, realçou, por sua vez, que quem governar o país nos próximos cinco anos deve estar mais próximo das pessoas e mais atento aos seus problemas. E que faça de Angola uma nação melhor para todos os angolanos.