Os efectivos de empresas de segurança fazem parte de uma das classes de trabalhadores menos valorizadas em Angola.
Apesar do risco que a actividade envolve, os operativos, como também são conhecidos, são mal remunerados e submetidos a horas de trabalho excessivas, sem uma alimentação condigna.
Esses factores foram destacados na reportagem da Dena Francisco para a RÁDIO NOVA 102.5 FM.
O docente universitário Celso Silva, especialista em recursos humanos, diz que há um perfil característico das pessoas contratadas pelas empresas de segurança.
O especialista fala ainda da necessidade de o Estado Angolano, por meio da Lei Geral de Trabalho, assegurar a protecção destas profissões precárias.