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Governo desafia sector bancário a explorar garantias soberanas

O sector bancário foi desafiado, terça-feira, em Luanda, a explorar mais as garantias soberanas e algumas linhas de financiamento disponibilizadas pelo Executivo para apoiar programas estruturantes de apoio à produção nacional.

O desafio foi lançado pela equipa económica da Comissão Económica do Conselho de Ministros, durante uma reunião com Associação Angolana de Bancos (ABANC), dirigida pelo ministro de Estado para a Coordenação Económica, José de Lima Massano.

A equipa incentivou, igualmente, os associados da ABANC a serem mais inovadores, procurando colocar à disposição dos agentes económicos, uma maior gama de produtos e serviços financeiros que satisfaçam as reais necessidades do mercado, mormente da indústria têxtil e transformadora, do agro-negócio e do seguro agrícola, desde que o façam com uma gestão sã e prudente dos riscos associados aos mesmos.

Por sua vez, os associados mostraram-se preocupados com a necessidade de uma abordagem de política fiscal mais equilibrada para o sector bancário, a julgar pelo seu impacto da aplicação das Normas Internacionais de Contabilidade e de Relato Financeiro (IAS/IFRS), bem como das operações do Mercado Monetário Interbancário (MMI).

A ABANC apontou ainda a necessidade de o Executivo criar mecanismos que contribuam para a dinamização do mercado de capitais, visando a diversificação das fontes de financiamento em alternativa à banca, a optimização das parcerias públicas e privadas, a massificação da inclusão financeira e a eliminação de barreiras legais ao acesso à informação para efeitos de formalização de novas operações de crédito.

Da parte do Executivo, foi manifestada disponibilidade incondicional em continuar a dialogar com a ABANC, no sentido de serem identificados e superados os principais constrangimentos que afectam o sector bancário na sua acção de auxiliar o processo de desenvolvimento da economia nacional, avançou o Governo de Angola, no Facebook.

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