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Pedro Gonçalves com discurso vencedor frente à Mauritânia

O treinador dos Palancas Negras espera dificuldades, mas quer vencer o jogo frente à Mauritânia, referente à segunda jornada da fase de grupos da Taça CHAN. Na antevisão da partida, Pedro Gonçalves deixou elogios ao adversário, mas sublinhou um objectivo claro de vencer.

“Não podemos pensar num outro resultado que não seja os três pontos. Temos de ser iguais a nós próprios. Temos de lutar pela vida, para mantermos o sonho de apuramento aos oitavos-de-final. Sabemos das vicissitudes que iremos encontrar na partida, porque jogaremos com uma selecção bem organizada e estruturada. O grupo está mentalizado e aguardamos pela hora do jogo”, referiu o seleccionador nacional.

 Caso vença o conjunto adversário, Angola fica a depender do desfecho do jogo entre Mali e Mauritânia, para continuar ou não na competição.

“Neste momento, estamos focados no encontro com a selecção mauritaniana. Depois é que iremos pensar nessa possibilidade. Nada está perdido. Se vencermos este jogo, e o Mali perder na última jornada, passamos imediatamente a seguir para os oitavos-de-final. São essas as contas que podemos fazer. Temos um grupo unido e comprometido com as vitórias. Aliás, tem sido assim em todos os encontros”, referiu, lembrando que desde o momento que “nós ficamos encaixados num grupo de três selecções no CHAN, sabíamos que seria muito difícil passarmos para a outra fase. Das três equipas, apenas uma segue para a segunda fase da prova”.

Do ponto de vista anímico, jogadores e equipa técnica estão unidos à volta do principal objectivo, vencer o duelo com a Mauritânia, depois do empate a três golos no arranque da competição diante do Mali.

“Conversámos com os jogadores, analisamos onde o grupo falhou e corrigimos. Penso que daremos uma boa resposta”, garantiu, prometendo uma selecção forte e determinada em busca de um resultado positivo, atendendo os propósitos no CHAN, que visam a qualificação à fase posterior.

“Este é o objectivo que nos move e vamos lutar até ao fim. Sabemos que a tarefa que nos espera não será nada fácil, porque quer Angola, quer a Mauritânia pretendem carimbar o passaporte para outra fase do CHAN”.


Plantel
Jogadores petrolíferos dominam o “onze” tipo

Excepção feita a Herenilson, do 1º de Agosto, Lulas, do Sagrada Esperança, e Além, do Interclube, o técnico Pedro Gonçalves mantém a aposta nos jogadores do Petro de Luanda, em detrimento dos convocados das demais equipas.

Frente ao Mali, o seleccionador nacional depositou fiel confiança a oito jogadores do campeão nacional, entrando de início com Hugo Marques (guarda-redes), Tó Carneiro, Eddie Afonso e Kinito (defesas), Megue, Jaredi e Gilberto (médios) e Depú (avançado).

 O argumento de razão de Pedro Gonçalves em colocar oito jogadores petrolíferos na equipa inicial, pelo facto de serem titulares indiscutíveis no plantel, e, estarem a atravessar um bom momento de forma. Embora haja opiniões contrárias, por exemplo, o guarda-redes Neblú, do 1º de Agosto, está a passar por uma boa fase na presente época futebolística, comparativamente ao Kippe do Petro de Luanda.

O guarda-redes dos rubro  negros jogou como titular toda a campanha, nas eliminatórias de apuramento ao CHAN da Argélia, e não defraudou às expectativas dos adeptos de futebol.

Dos 26 convocados para “Operação Argélia”, o Petro de Luanda está em maior número com oito jogadores, seguido do 1º de Agosto, com cinco casos de Neblú, Paizo, Hossi, Herenilson e Keliano.

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