Os cinco presumíveis autores implicados no desvio de 30 toneladas de milho da Reserva Estratégica Alimentar foram soltos na sexta-feira, por ordem da Procuradoria-Geral da República (PGR) mediante caução.
De acordo com o advogado do processo, Salomão Carlos, o Ministério Público, junto do Serviço de Investigação Criminal (SIC), em função das provas dos autos, entendeu restituir a liberdade dos cidadãos.
“O processo deve seguir os seus termos, com base nas investigações para que haja efectivamente a conexão objectiva dos factos apregoados pelo SIC em relação aos verdadeiros agentes que, provavelmente, terão feito o suposto desvio do milho”, disse o advogado, citado pela Rádio Nacional de Angola.
O advogado recorreu ainda à máxima, segundo a qual “é preciso investigar para prender e não prender para investigar”.