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Cesaltina Kulanda é a nova presidente da LIMA

A candidata Cesaltina Kulanda, n.º 1 no boletim de voto do V Congresso Ordinário da LIMA, foi eleita, ontem, presidente da organização feminina da UNITA, com 372 votos.

Cesaltina Kulanda, que substitui no cargo Helena Bonguela, venceu na segunda volta a oponente Etna Kapapelo, que no primeiro round liderava com 309 votos, correspondente a 45 por cento.
O Congresso ficou marcado por uma segunda volta, pelo facto de nenhuma das três candidatas ter alcançado no primeiro exercício 50 por cento mais um do total de votos válidos. Aqui, Maria Alice Chivemba, a número 3 no boletim, obteve 167 votos, equivalente a 25 por cento, tendo sido eliminada.
O encerramento do conclave, inicialmente previsto para sábado, foi prorrogado e terminou apenas ontem.
Na primeira volta, Etna Kapapelo esteve à frente com 309 votos, correspondente a 45 por cento, Cesaltina Kulanda obteve 209 votos, 30 por cento, e Maria Alice Chivemba, com 167 votos, equivalente a 25 por cento, tendo sido eliminada na segunda volta.
Na abertura do V Congresso da LIMA, o presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, orientou a organização feminina do partido a mobilizar a sociedade, em particular as mulheres e os jovens, para os desafios do futuro.
Exortou, igualmente, o conclave a aprovar linhas mestras para a revitalização da organização, contribuindo deste modo para a edificação de uma sociedade melhor.
Adalberto Costa Júnior lembrou, na ocasião, que a trajectória da LIMA está ligada à história e percurso da UNITA, em cada uma das fases da sua luta. A Liga da Mulher Angolana, reconheceu o político, foi partícipe essencial e contribuiu com determinação, empenho revolucionário, coragem, amor, lutando e educando, como só as mulheres são capazes, trazendo-nos até aqui”.
O conclave, que decorreu sob o lema “Proximidade, empoderamento e liderança transformadora”, elegeu a sucessora de Helena Bonguela para os próximos cinco anos.
No primeiro dia do Congresso, o secretário –geral da JURA, Nelito Ekuikui, salientou que a LIMA tem sido um pilar essencial na defesa dos valores da UNITA e na construção de uma sociedade mais justa, onde os direitos fundamentais são garantidos.
Mesmo diante de um ambiente político adverso e desafios sociais e culturais, a mulher da LIMA manteve-se firme na luta pela transformação de Angola, disse.

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